quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

DESCANSANDO EM CECÍLIA:



“Por que me destes um corpo,
Se estava tão descansada, nisso que é talvez o Todo..
Mas parece tanto o Nada?
Nem me lamento nem esmoreço: no meu silêncio há esforço e gênio,
E suave exemplo de mais silêncio.
Não permaneço,
Cada momento é meu e alheio
Meu sangue deixo,
Breve e surpreso, em cada veio semeado e isento...” (Cecília Meireles)
(Gennady spirin. The Litle Mermaid)

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