segunda-feira, 26 de julho de 2010

Humanização


Mário Quintana nasceu em julho de 1906 no Rio Grande do Sul. Mário fez muitas coisas, viveu muitos anos (oitenta e sete), traduziu obras importantes para o português (Proust, por exemplo). Mas antes de tudo mais, ele foi poeta... assim único, como todo grande poeta. Dentre tantas virtudes e singularidades é difícil destacar o que brilhava mais em Mário. Decido pela ternura. Eu penso que se a gente provasse um pedacinho do Mário, sentiria o gosto de açúcar. Ele foi um forte.


Poeminha do Contra


“Todos esses que aí estão,
atravancando meu caminho,
eles passarão...
eu passarinho”.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Hilda, a mulher de coragem

Hoje, terça feira, 10 de abril: LETRA EM CENA A professora Eliane Robert de Moraes analisa a obra de Hilda Hilst. Nesta terça-feira (10)...