quinta-feira, 18 de novembro de 2010

De Estevão para Wolf:


“(...) Quando fugimos ou combatemos o estrangeiro, lutamos contra nosso inconsciente, este impróprio do nosso impossível próprio. Delicadamente, analiticamente, Freud não fala dos estrangeiros: ele nos ensina a descobrir a estraneidade dentro de nós. E este talvez seja o único modo de não persegui-la fora.”


In Estrangeiros para nós mesmos, Júlia Kristeva, Rocco, SP, 1994.

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