sábado, 19 de fevereiro de 2011

Pois é, mais cinema. BERLIM/2011


O diretor iraniano Asghar Farhadi é o vencedor do festival de Berlim, com "Jodaeiye Nader Az Simin" ("Nader e Simin, uma Separação"), anunciado agora há pouco. Desde que foi exibido, o filme estava no topo das listas de favoritos do evento. O grande prêmio do júri ficou com o húngaro Béla Tarr por ‘A Torinói Ló’, e o melhor diretor foi para o alemão Ulrich Köhler por Schlafkrankheit.

(cena de 'Nader e Simin, uma Separação' , cujo elenco masculino e feminino, receberam respectivamente os prêmios de melhores atuações)

O melhor roteiro, segundo o júri presidido por Isabella Rossellini, foi o de ‘The Forgiveness of Blood’, de Joshua Marston e Andamion Murataj. Os vencedores do festival são indiscutivelmente merecedores; foram todos unanimidade desde a exibição, e há quem diga que são irretocáveis. O problema do festival Berlim/2011 foi a pequena quantidade de filmes capazes de competir entre si; noutras palavras, a superioridade dos vencedores estabeleceu outro patamar. Entretanto pode-se dizer que a proposta de abrir espaço para novas experiências, temas especiais (como a identidade contemporânea e os conflitos familiares e jovens profissionais) se confirmou, por exemplo, com vários cineastas do oriente.

Coriolanus, a estréia de Ralph Fiennes na direção, não correspondeu às expectativas, embora se destaquem a atuação do próprio Fiennes e da consagrada Vanessa Redgrave. Veremos, com certeza.

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