sábado, 5 de março de 2011

Para o Felipe:


“Ai daquele que sabe: há de pagar pela culpa de ter sabido pouco.” (Soren Kierkegaard)



Søren Aabye Kierkegaard foi filósofo e teólogo; nasceu em 1813 e morreu em 1855, em Copenhague, na Dinamarca. Foi grande crítico de Hegel. Pode-se dizer que a Ética está no centro de suas reflexões, o quê implica necessariamente uma vertente psicológica importante. Sob influência socrática, escreveu sob vários pseudônimos, apresentando argumentos distintos e fazendo com que os textos dialoguem entre si. Seu pensamento, embora complexo, é de leitura agradável, bastante gentil com o leitor. Keirkegaard não é classificável facilmente, mas, geralmente, é contado entre os existencialistas. Tornou-se uma influência poderosa do pensamento contemporâneo, atraindo filósofos, psicólogos e artistas. Sua obra estampa muito claramente sua vida, e isso o torna especialmente interessante, primeiro para os psicólogos, e depois para o pensamento contemporâneo de um modo geral, que hoje reconhece (e trabalha) a questão da repercussão biográfica na obra autoral. Kierkegaard tem uma obra extensa; nesta, destacamos Temor e tremor (1843 ), O conceito de Angústia (1844), As obras do amor (1847) e O desepero humano (1849).

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