quinta-feira, 26 de maio de 2011

Ainda pensando e perguntando: o que se passa? Paul McCartney again.

  Reflexões de alguém Perplexo: (mas decidido a romper a paralisia...)



RIO - Todo mundo já sabe de trás para a frente e de cor e salteado como foram os shows que Paul McCartney fez no Rio de Janeiro. Mas ainda há detalhes, pequenos e divertidos, que merecem ser lembrados. Por isso, elaboramos uma lista de curiosidades sobre os dois dias em que os cariocas se encontraram com o ex-beatle no Engenho de Dentro. Acompanhe:
2h36m - tempo de duração do show de domingo
2h35m- tempo de duração do show de segunda-feira
Zero- foi o número de garrafas d'água consumidas por Paul durante os shows. Como este senhor se hidrata?
1 - foi o número de vezes que esta reportagem ouviu um engraçadinho gritar "Toca Raul!" durante os shows.
7 - número de músicas em que a gravata resistiu no pescoço do ex-beatle no show de segunda-feira
33 - número de músicas tocadas nos dois shows, com um medley de "The end" no fim de cada apresentação
90.000 - Totalidade do público presente aos dois shows - 45 mil por noite. Lotação esgotada no engenhão, que finalmente, dizem as más línguas, viu casa cheia
Ficaram de fora - Tocadas em Porto Alegre e em São Paulo, "Venus and Mars" e "Rockshow", do Wings, e "Highway", do Fireman, não deram o ar da graça no Engenhão
"Minha nova gatinha linda" Outra que ficou de fora foi "My love", dos Wings. Dedicada à sua falecida mulher Linda McCartney nos shows de Porto Alegre e São Paulo, a música foi retirada do setlist. Seria em respeito à noiva de Sir Paul, Nancy Shevell, que assistiu aos shows do Rio?
Citações obrigatórias - o riff de "Foxy lady", de Jimi Hendrix, em "Let me roll it", e o refrão de "Give peace a chance", de John Lennon, em "A day in the life"
"First time in Rio" - "Ob-la-di-Ob-la-da" foi tocada pela primeira vez no Rio no domingo
Nunca antes na história dessa turnê - "Coming up" e "I saw standing there" foram tocadas pela primeira vez na turnê brasileira no último show do Rio.
Bordão - A palavra "demaish", com direito a sotaque carioca, foi repetida mais de uma dezena de vezes pelo Paul
Estilo - No domingo, camisa branca com gola e punhos azuis. Na segunda, camisa azul com gola e punhos brancos
Haja fôlego- quatro minutos cravados foi a duração do corinho do "Na na na" de "Hey Jude" no domingo
Sujeito equilibrado - Desta vez, Paul se manteve na vertical e não levou nenhum estabaco, como no primeiro show de São Paulo, em novembro passado
Na fila- Uma hora foi o tempo médio de espera para entrar no Engenhão, tanto no domingo como na segunda-feira
A deflação do salsichão - no fim da fila, a iguaria típica da gastronomia de rua era vendida a R$ 2. No meio, a R$ 1,5. À beira dos portões do Engenhão, o preço caía para R$ 1.
Do lado de dentro - A cerveja era vendida a R$ 5, a pipoca saía por R$ 6 e o sanduíche natural custava R$ 10.
Do lado de fora - A latinha de cerveja saía a R$ 2,50 (R$ 3 o latão), tinha croquete por R$ 2 e sopa de ervilha a R$ 3.
R$ 2- preço cobrado pela utilização de um banheiro improvisado nas imediações do Engenhão
R$ 3 - valor cobrado por um banho rápido do lado de fora do estádio. Para quem estava na fila há dias, era bom negócio
Momento fofura - Ao todo, quatro bichinhos de pelúcia foram atirados ao palco
Melhor flash mob - Os cartazes com "Na na na"s e balões coloridos erguidos pela plateia no domingo fizeram bater mais forte o coração do velho Macca
20 trocas de instrumentos - entre baixo, três tipos de guitarra, dois pianos, violão, bandolim e até um ukulele, Paul trocou de instrumentos como Tim Maia trocava de camisa
Curso de línguas - quatro folhas de papel pregadas no chão eram a "colinha" de Paul, com o set list e as frases em português para se comunicar com o público
Momento Homem-Aranha - o fã que escalou a torre da mesa de som para aparecer na segunda-feira. Teve seus 15 segundos de fama
Ficou no vácuo - o corinho de "Obla di Obla da" no domingo
Fantasia mais popular - Fãs vestidos como os Beatles na capa do disco "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band"
Cartaz mais visto - "Paul, me autografa pra eu fazer uma tatuagem"
Melhor funk - "É o Paul, é o Paul, é o Paul, é o Paul, é o Paul", adaptação do funk "É o Pet", cantado por um ambulante na fila antes do show de domingo
#todoschora - A homenagem a George Harrison em "Something". Emocionante
Pior tentativa de português - "Valêiu" (era para ser "Valeu")
Melhor dançarino de Macarena - o baterista Abe Laboriel Jr., que fez a clássica dancinha enquanto tocava bumbo em "Dance Tonight"
Momento vintage - a guitarra Epiphone Casino usada no show em "Paperback writer" foi a mesma usada durante a gravação da canção em 1966
Black is beautiful - "Blackbird", inspirada nos conflitos raciais dos Estados Unidos na década de 1960, foi dedicada à luta pelos direitos civis dos negros
Peso pesado - para encantar os cariocas, Paul trouxe 80 toneladas de equipamento ao Rio
Alta definição - Os telões laterais têm altura aproximada de um prédio de 8 andares
Tamanho do palco - Cerca de 70m de largura e 24m de profundidade
Amor aos animais - No camarim, Paul exigiu que nenhuma mobília do camarim fosse feita de pele animal. Proibiu até mesmo estampas que lembrassem zebrinhas ou oncinhas. Nem couro artificial ele permitiu
Bebedeira - Ainda para o camarim, o músico fez os seguintes pedidos: água, leite de soja sem açúcar, chás de menta e verde e vinho francês Margaux. Já para o buffet, Paul fez questão de uvas sem semente, laranjas, bananas e... batatas fritas 


ps: fonte O Globo, de Erika Azevedo, Lívia Brandão e Ricardo Calazans

Reflexão 1: Paul não é um ex-beatle, ele É ainda o mais puro e vivo espírito Beatle. Ponto.

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