segunda-feira, 20 de junho de 2011

Nabucco: emoção pura!

Emocionada e grata chego da estréia de Nabucco, no Palácio das Artes. Lindo, intenso, talentoso, brilhante... faltam-me adjetivos. O cenário é impressionantemente lindo e original. Os cantores, excelentes. É muito bom estar numa cidade em que se passa um tal espetáculo. Não percam!!






De 19 a 27 de junho, o Grande Teatro do Palácio das Artes, em Belo Horizonte, recebe Nabucco, de Giuseppe Verdi (1813-1901). É a primeira vez que a ópera é produzida na capital mineira por meio da Fundação Clóvis Salgado. Oito solistas de diferentes estados e países foram convidados: Rodrigo Esteves (RJ), Eiko Senda (Japão), Sávio Sperandio (GO), Rita Medeiros (MG), Marcos Paulo (RJ), Cristiano Rocha (MG), Júlio César Mendonça (MG) e Fabíola Protzner (MG).Além de um grande elenco, a ópera contará com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, o Coral Lírico de Minas Gerais e o Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Mais de 400 profissionais estão envolvidos na produção. A montagem é mais uma ação de intercâmbio promovida pela Fundação Clóvis Salgado com outras casas produtoras de óperas no país. Além da circulação para outras cidades, cerca de 20 integrantes do Coral Lírico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro participam do coro e parte dos figurinos foi produzida pelo Theatro Municipal de São Paulo. A opção por Nabucco é uma homenagem de Minas Gerais aos 150 anos da unificação italiana, comemorada em 2011.




Guiseppe Verdi nasceu na aldeia de Le Roncole, na Itália, em 1813. Filho de um estalajadeiro, recebeu uma educação rudimentar, mas desde cedo se revelou um talento musical incomum. Antonio Barezzi, um comerciante abastado, tornou-se seu mecena e custeou a educação erudita de Giuseppe em Milão. Mais tarde, em 1839, Verdi casou-se com a filha de Barezzi.



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