segunda-feira, 15 de agosto de 2011

A árvore da vida 2:

  • http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/questoes-cinematograficas/geral/a-arvore-da-vida-xaropada-pretensiosa

     “A árvore da vida” – xaropada pretensiosa



    Sobressaltado, o bonequinho do Globo acordou ontem para aplaudir de pé “A árvore da vida”, xaropada pretensiosa escrita e dirigida por Terence Malick que recebeu a Palma de Ouro no Festival de Cannes.
  • Leitores fiéis deste blog (existem alguns!) devem se lembrar da recomendação feita há tempos: diante de filmes que começam com epígrafe, o melhor a fazer é levantar e ir embora.
    “A árvore da vida” começa citando a Bíblia. No livro de Jó (38:4,5,6,7) está escrito: “Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência. / Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? / Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina, / Quando as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam?” Portanto, o que vem depois é dispensável.
    Quem quiser insistir e continuar assistindo “A árvore da vida” será premiado com a expressão de angústia de Sean Penn (provocada, talvez, por não saber o que está fazendo no filme).
    A reverência à Palma de Ouro do Festival de Cannes terá induzido Marcelo Janot a perturbar o sono do bonequinho e afirmar que “A árvore da vida” é “uma obra-prima do cinema contemporâneo”?
      
    Eduardo Escorel é cineasta. Entre outros filmes, dirigiu "Visão de Juazeiro" (1970), "Lição de amor"(1975) e "O tempo e o lugar"(2008). Finaliza, no momento, os documentários "1937-45, Imagens do Estado Novo" e "Paulo Moura - Imaginação e Estilo".
     
  • Olá, Escorel,
    bom, há que se respeitar gosto e desgosto. Há que se respeitar quem prefira xarope desprentensioso, tipo crespúsculo, né? enfim, respeito vai, respeito vem, já assisti cinco mil e trocentos filmes, e em tempos de mediocrização geral, gostaria de dizer que 'pretensão' é uma virtude, e coragem também... fazer metafísica, ou pretender fazer, em tempos de fast-tudo, é por si mesmo, uma virtude. Você acha mesmo que um cara tipo Sean Penn anda sem saber por onde? Oh, cara... pres'tenção, sÔ! Quanto à recomendação pra fugir das obras com epígrafes... oh, menino, pensa um pouquinho, seja um tiquinho humilde, homem de Deus!!.... ou você é tão genial que não sofre de 'influências"?? Atenciosamente, Magda

    Será que este cara não sabe o que está fazendo? Vocês sabiam que o filme gastou quase 10 anos entre idas e vindas, e tins e tais... e que o Sean Penn estava lá desde o começo?

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