terça-feira, 25 de outubro de 2011

UM TRIO QUERIDO


Carlos Drummond de Andrade

 (...) vamos fazer um poema
Ou qualquer outra besteira.
Fitar por exemplo uma estrela
Por muito tempo, muito tempo
e dar um suspiro fundo
Ou qualquer outra besteira”

Manuel Bandeira

(...)
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Guimarães Rosa


(...)

Saudade, essencial e orgânica,

De horas passadas,

Que eu podia viver e não vivi!

Saudade de gente que não conheço,

De amigos nascidos noutras terras,

De almas órfãs e irmãs,

De minha gente dispersa,

Que talvez até hoje ainda espere por mim...

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