segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Ah, o cinema...

 Millenium – Os homens que não amavam as mulheres:

Uma grande dor de cabeça, foi isso! As perversões, as mentiras, as trapaças, as corrupções, o dinheiro, o dinheiro e o dinheiro. Coloque tudo no liquidificador e eis aí o que nos dão para digerir. E então, a vida supera a arte? Ou a arte – a literatura, o cinema, nesse caso – mostra a vida que se esconde? Sei lá, estou pensando. O certo é que depois dessa, George Orwell e seu ‘1984’ parece historinha pra ninar criança, pois ali, pelo menos, o sistema é visível, tangível, detestável. E aqui... Tudo é subterrâneo. E nenhuma indignação. Tudo parece tão aceitável, tão... Bom, olho por olho, dente por dente e estamos combinados. As correntes são invisíveis e emaranhadas. Quiçá impossíveis de se desembaraçar. Subjetividade? Liberdade? Lealdade? Que??? Quando a mocinha da história parece justificada em seus meios injustificáveis... Bom, continuaremos estudando ‘Vida Capital – ensaios de biopolítica’, é minha sugestão.



O filme em si? ‘The Girl With The Dragon Tattoo’ é  uma boa produção, com tudo certinho, tudo que a tecnologia pode fazer. Nada demais. A se destacar sim a atuação de Rooney Mara, ótima. E só. Pura dor de cabeça. Que também faz parte da vida, é claro.

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