domingo, 18 de março de 2012

DANÇANDO POR UMA VIDA VERDADE


 A dança é a primeira e a maior das artes. O dançarino é um ser que encontrou outras dimensões para existir. Ele é músico, ator, atleta, artista plástico, filósofo e muitas outras coisas que ele descobre cada vez que entrega seu corpo ao mundo, a si, ao outro, ao que estar por vir. Dançando somos um, somos muitos, somos todos, somos outros. Existem muitos mundos possíveis (e é verdade que é preciso acabar com esse mundo que criamos, falta muita arte nesse mundo, e um mundo de dançarinos seria um mundo novo. Se as escolas se dedicassem a ensinar apenas dança, formariam seres humanos sábios. É certo. Sempre me ocupou uma questão: os americanos estão entre os melhores dançarinos do mundo (sempre)... e são ótimos também em outras artes (músicos, atores, escritores, etc.) Por que eles não ficam fazendo arte e, assim, com certeza, transformariam o mundo? Por que eles se metem a fazer outras coisas e deixam a arte? Talvez não estejam prontos para um mundo novo. Talvez. Talvez não estejamos prontos para viver bem e em paz. Para sermos servos da beleza. Talvez.). Penso também que ‘minero’ (que a tal ‘mineridade’, ‘minerisse’ [é sem i mesmo]  tem a ver com arte em nossas veias; devíamos tratar disso com mais verdade. Enquanto isso... usufruam ,aprendam, reflitam. Dancem!


p.s: muito obrigada, Margarida.
p.s: em tempo, voltaremos ao curso de dança ainda nesse semestre. Estão todos convidados.

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