quinta-feira, 21 de junho de 2012

“NONADA”, Guimarães Rosa para Estêvão II

 “De noite, se é de ser, o céu embola um brilho. Cabeça da gente quase esbarra nelas. Bonito em muito comparecer, como o céu de estrelas, por meados de fevereiro! Mas em deslúa, no escuro feito é um escurão que peia e pega. É noite de muito volume.”

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