sábado, 23 de junho de 2012

“NONADA”, Guimarães Rosa para Estêvão IV


“Eh, ele sabia ser homem terrível. Suspa! O senhor viu onça: boca de lado e lado, raivável, pelos filhos? Viu rusgo de touro no alto do campo, brabejando; cobra jararacuçu emendando sete botes estalados; bando doido de queixadas se passantes, dando febre no mato. E o senhor não viu o Reinaldo guerrear!... Essas coisas se acreditam. O demônio na rua no meio do redemunho...”


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