quarta-feira, 27 de junho de 2012

“NONADA”, Guimarães Rosa para Estêvão VIII


“O senhor tolere, isto é o sertão. Tudo é e não é...”


2 comentários:

  1. Trás noite, trás noite, o mundo perdeu suas paredes. Fere um grilo, serrazim. Silèncio. E os insetos são milhões. O mato - vozinha mansa - aeiouava. JGR, 1965 - Buriti, Noites do sertão, Corpo de Baile.

    ResponderExcluir
  2. Bem vinda, Sussu. Tem coisa mais linda que 'o mato aeiouva...'? Talvez algo assim: 'Coração - isto é, estes pormenores todos. Foi um esclaro. O amor, já de si, é algum arrependimento'. JGR, Grande Sertão: Veredas.

    ResponderExcluir