sábado, 14 de julho de 2012

ON THE ROAD!!



HUUUU.... HUUUUU, acabei de assistir ‘ON THE ROAD’, e estou mais que contente. Bem mais que isso, tão mais que ainda não achei a palavra certa.

1.       O filme: ótimo. Produção impecável, direção suave e delicada como soe acontecer com o Walter (eu o amo ainda mais), fotografia linda, atores corretíssimos. Longo, mas nada é perfeito... se fosse não teria graça. 


2.       BEAT:  pouca gente entende isso; então acho que o filme não será um sucesso, mas acho também que isso não tem a menor importância. O Walter entendeu. Digo  isso porque essa história faz parte da minha história, e hoje eu gostei muito disso tudo. BEAT é ser órfão. ABSOLUTAMENTE ÓRFÃO. BEAT é ser letra antes de ser música, e ser música porque não se tem palavras.

(esse menino é muito bom, Tom Sturridge. Ele é o mocinho do Waiting for Forever, que falamos aqui)

3.       Existe um único herdeiro beat legítimo: BOB DYLAN. O pai dos sobreviventes. Amém. The answer, my friend...

4.       Obrigada, Walter. 

p.s 1. Filme é filme. Livro é livro. No caso, ambos muito bons.
p.s2: Sarah, cê tá maluca... não achei o Clint lá não. Achei um errinho de continuidade, coisinha àtoa... 

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