quinta-feira, 6 de setembro de 2012

PARA O GRUPO DE ESTUDOS: BAUDELAIRE E A MODERNIDADE



“Deixo de lado a questão de saber se, pelo contínuo refinamento da humanidade, proporcionalmente aos prazeres que se lhe oferecem,  o progresso indefinido não vem a ser a mais cruel e engenhosa tortura; se, procedendo como o faz pela sua autonegação, o progresso não viria a ser uma forma de suicídio permanentemente renovada e se, enclausurado no círculo de fogo da lógica divina, o progresso não seria como o escorpião que se fere com sua própria cauda – progresso, esse eterno desiderato que é o seu próprio desespero!.”
 in Arte em Paris, Charles Baudelaire, introdução crítica à 'Exposition Universelle', Paris, 1855.

p.s: vamos ver o ensaio de Baudelaire juntamente com o ensaio de Benjamin sobre 'Paris e Baudelaire'. 

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