quarta-feira, 22 de maio de 2013

ESTRANHOS NOS NINHOS: (Amém)


1.    Estou assinando embaixo. (mais uma vez! Viva Eliane!)

2.    Vou publicar: afastei-me definitivamente da psiquiatria em direção à psicanálise, no começo dos anos 90, por causa da medicalização generalizada, abusiva, irresponsável e desconfiável que se anunciava. Decidi defender o direito à dor (meu e de meus pacientes).

3.    Sabemos muito bem para que servem trabalhos como esses tais DSMs.

4.    A dedicação ao clube de arte faz parte da resistência à medicalização da vida.

5.    Sou doente mental segundo o DSM-III-R (Manual de Diagnóstico e Estatística de Distúrbios Mentais – 3ª edição – Revista), ou seja, desde de 1989. Magda Maria Campos Pinto
 um-estranho-no-ninho
SUGESTÃO: vamos rever O ESTRANHO NO NINHO? Ótima ideia em muitos sentidos.


 Vencedor  de vários prêmios, entre eles, o Oscar de 1976 (EUA) como: melhor filme, melhor ator ( Jack Nicholson), melhor atriz ( Louise Fletcher, que interpretou a enfermeira Mildred Ratched ) e melhor roteiro adaptado; o Globo de Ouro, de 1976 ( EUA) como: melhor filme de drama, melhor diretor, melhor ator ( Jack Nicholson), melhor atriz ( Louise Fletcher), melhor revelação masculina ( Brad Dourif,que interpretou Billy Bibbit) e melhor roteiro; o BAFTA de 1977 ( Reino Unido) como: melhor filme, melhor diretor, melhor ator, melhor atriz, melhor ator coadjuvante ( Brad Dourif) e melhor edição; Prêmio Bodil de 1976 ( Dinamarca) como: melhor filme americano; o David di Donatello de 1976 ( Itália) como: melhor diretor de filme estrangeiro e melhor ator estrangeiro.
ps: obrigada, Giovana.

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