sexta-feira, 20 de setembro de 2013

APRENDIZ DE PRIMAVERA: A MORTE 13

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Boa noite Amigos

Que a paz da noite seja um doce abraço ao coração

Que traga a esperança, com a mais pura emoção
E que a fé um tudo de melhor, acalente a alma
Que as esperas tenham mais calma;
E a felicidade esteja presente em cada instante.
E os sonhos venham para ser carinhos.
Num doce acalanto de poesias;
que revelam suaves magias
No mais lindo de cada sentimento.
Deixando a certeza,de um despertar inteiro de amor e paz.

Claudia Salles

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À MORTE
 

Morte, minha senhora dona Morte,
Tão bom que deve ser o teu abraço!
Lânguido e doce como um doce laço
E como uma raiz, sereno e forte. 

Não há mal que não sare ou não conforte
Tua mão que nos guia passo a passo,
Em ti, dentro de ti, no teu regaço
Não há triste destino nem má sorte. 

Dona Morte dos dedos de veludo,
Fecha-me os olhos que já viram tudo!
Prende-me as asas que voaram tanto! 

Vim da Moirama, sou filha de rei,
Má fada me encantou e aqui fiquei
À tua espera... quebra-me o encanto!

 In Sonetos, Florbela Espanca, Publicações Anagrama Ltda, Livraria Rio, 1999.


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