domingo, 3 de novembro de 2013

CAT STEVENS// YUSUF ISLAM: um gato mágico

Cat stevens accepted islam in 1977 



É minha paixão mais antiga. Eu acho (há décadas)... E até hoje continua com o mesmo ardor. Ele vem ao Brasil agora em novembro, Rio de Janeiro e São Paulo. Não vai ser possível ouvi-lo; infelizmente. Mas tudo bem. Preciso apenas anunciar que sou a admiradora número um,  número mil e número milhão. Agora, ele disse que a coisa mais importante que fez na vida ‘foi superar fronteiras culturais’; ‘e a coisa mais importante na vida do ser humano são as mudanças; quem não muda não aproveita seu tempo na terra’. Eu amo Cat Stevens. Vejam o que ele disse em 1976, numa de suas inúmeras vindas ao Brasil, país amado por ele.



 “ROCK- Você acha que o rock está sendo enterrado vivo pelas artimanhas de empresários e promotores?
CAT- Não, a música não está sendo enterrada viva, o lado empresarial da história é que está se enterrando. Uma empresa sempre acaba por se matar. É como um monstro que come demais e depois fica doente. Mas a música é espírito, é uma flor que cresce em qualquer lugar, em qualquer rocha, em qualquer monstro. A técnica empresarial é que está ficando cada vez mais complicada e matando a si própria.
ROCK- Porque você se chama Cat? (Seu nome verdadeiro é Steve Georgiu)
CAT- Um dia alguém me chamou assim e eu gostei tanto que ficou sendo meu nome. Adoro gatos. São independentes, flexíveis, detestam obedecer, medem com cuidado cada passo. Tenho muitas afinidades com os gatos.”
Leia a entrevista inteira em:


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