quarta-feira, 30 de julho de 2014

MIMO TOTAL:


Toninho Horta

Vem aí, o MIMO 2014!!
Um Festival de Música Artístico-Cultural, que acontece em 4 cidades históricas do Brasil, dentre elas, claro, OLINDA, berço deste Festival em 2004.
De abrangência internacional, o MIMO foi indicado como um dos festivais mais instigantes do Brasil!

quarta-feira, 23 de julho de 2014

EM PAZ:

A
          R

                     I

                                                      A




                                                                     N

                                                                                   O
SUASSUNA

fez-se luz.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

DO COMEÇO:

Dizendo melhor, recomeços:

 deleuze-et-guattari



 “Não há conceito simples. Todo conceito tem componentes, e se define por eles. Tem, portanto uma cifra. É uma multiplicidade, embora nem toda multiplicidade seja conceitual. Não há conceito de um só componente: mesmo o primeiro conceito, aquele pelo qual uma filosofia ‘começa’, possui vários componentes, já que não é evidente que a filosofia deva ter um começo e que, se ela determina um, deve acrescentar-lhe um ponto de vista ou uma razão. Descartes, Hegel, Feuerbach não somente não começam pelo mesmo conceito, como não têm o mesmo conceito de começo. Todo conceito é ao menos duplo, ou triplo, etc. Também não há conceito que tenha todos os componentes, já que seria um puro e simples caos: mesmo os pretensos universais, como conceitos últimos, devem sair do caos circunscrevendo um universo que os explica (contemplação, reflexão, comunicação...). Todo conceito tem um contorno irregular, definido pela cifra de seus componentes. É por isso que, de Platão a Bergson, encontramos a ideia de que o conceito é questão de articulação, corte e superposição. É um todo, porque totaliza seus componentes, mas um todo fragmentário. É apenas sob essa condição que pode sair do caos mental,que não cessa de espreitá-lo, de aderir a ele, para reabsorvê-lo.


 
Sob quais condições um conceito é primeiro, não absolutamente, mas com relação a um outro? Por exemplo, outrem é necessariamente segundo, em relação a um eu? Se ele o é, é na medida em que seu conceito é aquele de um outro – sujeito que se apresenta como um objeto – especial com relação ao eu : são dois componentes. Com efeito, se nós o identificarmos a um objeto especial, outrem já não é outra coisa senão o outro sujeito, tal como ele aparece para mim; e se nós o identificarmos a um outro sujeito, sou eu que sou outrem, tal como eu lhe apareço. Todo conceito remete a um problema, a problemas sem os quais não teria sentido, e que só podem ser isolados ou compreendidos na medida de sua solução: estamos aqui diante de um problema concernente à pluralidade dos sujeitos, sua relação, sua apresentação recíproca. Mas tudo muda evidentemente se acreditamos descobrir um outro problema: em que consiste a posição de outrem, que o outro sujeito vem somente ‘ocupar’ quando ele me aparece como objeto especial, e que eu venho, por minha vez,ocupar como objeto especial, quando eu lhe apareço? Deste ponto de vista, outrem não é ninguém, nem sujeito nem objeto. Há vários sujeitos porque há outrem, não o inverso. Outrem exige, então, um conceito a priori de que devem derivar o objeto especial, o outro sujeito e o eu, não o contrário. A ordem mudou, do mesmo modo que a natureza dos conceitos ou que os problemas aos quais se supõe que eles respondam. Deixemos de lado a questão de saber que diferença há entre um problema na ciência e na filosofia. Mas, mesmo na filosofia, não se cria conceitos, a não ser em função dos problemas que se consideram mal vistos ou mal colocados (pedagogia do conceito).” (...)

In O que é filosofia?, Gilles Deleuze e Félix Guattari, Editora 34, S P., 1996.

 5041441

segunda-feira, 14 de julho de 2014

NADINE GORDIMER:

A escritora sul-africana Nadine Gordimer durante entrevista, em Paraty, em 2007 
  Foi muito bom e, mais, foi importante em minha vida de leitora descobrir Nadine Gordimer. Escritora sul-africana ganhadora do Nobel de 1997. Precisa, lúcida e forte. Seu tema maior foi a luta contra a segregação racial. Conheci melhor a África do Sul ao conhecê-la. Participou da FLIP em 2007 e escreveu mais de trinta livros. Faleceu ontem aos 90 anos.

 

domingo, 13 de julho de 2014

Desopilando: (com seriedade, mas sem sair da linha, linda)

 
é a mesma coisa... sendo diferente... por exemplo, é outra borda, do lado de lá, tipo europásia, mais ou menos isso... 
Já falamos muito bem de Pamuk. Estamos falando de novo.

Livros Outras Cores - Orhan Pamuk (853591742X)

sábado, 12 de julho de 2014

Descobri agora: (principalmente, descobri que há muito o conhecia muito bem...)

...enfim, o reconheci. Já até o tinha escrito. Verão. Espero. Quem sabe no próximo outono. Mas não importa. Apenas não o percam. E mais... estou desconfiada de que ainda não o descobriram (realmente), tampouco (visceralmente). Enfim....


 
 "Porque uma coisa é enganar a si mesmo e outra bem diferente é enganar os outros. Todo realismo visceral era uma carta de amor, o pavonear demente de uma ave idiota ao luar, algo bastante vulgar e sem importância.
Mas o que eu queria dizer era outra coisa." pag. 153.

 
p.s. Réquiem (que merda!): Paulo Coelho dá náuseas também a mim.

terça-feira, 8 de julho de 2014

ABRINDO EXCEÇÃO EM TEMPOS DE FOLGA:

descubre el brasil turistico
 Gosto de futebol.
Gosto mais ainda do Brasil.
Fiz, faço e farei política.
Lutei pela democracia. 
Luto contra a corrupção.
 E estou com o Menon.
Tou por 'aqui' com o discurso:
 'vamo jogar pedra!!' Ahhhh... Complexo de viralata!'
Em boa hora de homenagem ao grande Nelson Rodrigues: 
vamos compreendê-lo melhor e daí... renomear a nossa raça?
Tipo: brasileiro
Raça: para além de todas elas
Cor: Alegria, com muito orgulho.


brasil turismo
Aproveitando a exceção aberta.
Aplaudo, e sugiro: leiam o Macaco Simão, um senhor crítico de respeito.

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