terça-feira, 26 de maio de 2015

RILKE:



 

“Estava uma janela aberta? Está dentro de casa a tempestade? Quem bate com as portas? Quem atravessa as salas? – Deixa. Seja quem for. Na câmara da torre não o encontrará. Como detrás de cem portas, está este grande sono que duas criaturas dormem em comum. Numa comunhão de Mãe ou de Morte.”

In A canção de amor e de morte do Porta-Estandarte Cristóvão Rilke, tradução de Cecília Meireles, Editora Globo, RJ, 2015.

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