quinta-feira, 28 de maio de 2015

RILKE:



“Mas o estandarte não está ali.

Chamados: Porta-estandarte!

Cavalos enraivecidos, preces, gritos,

Imprecações: Porta-estandarte!

Ferro contra ferro, comando e senha;

Silêncio: Porta-estandarte!

E arremeter com a escumante cavalaria.

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Mas o estandarte não está ali.


In A canção de amor e de morte do Porta-Estandarte Cristóvão Rilke, tradução de Cecília Meireles, Editora Globo, RJ, 2015. 
 batalhas medievais

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