domingo, 31 de maio de 2015

RILKE:

 aldeia-3

“A loriga ardeu no castelo, com a carta e a pétala de rosa de uma mulher estrangeira.

Na primavera seguinte (que chegou triste e fria), um correio a cavalo, do Barão de Pirovano, entrou lentamente em Languenau. 
Lá viu uma velhinha a chorar.”

In A canção de amor e de morte do Porta-Estandarte Cristóvão Rilke, tradução de Cecília Meireles, Editora Globo, RJ, 2015. 
 

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